O mundo de Sinktra.
Olá Leitores!
E cá estou eu com um novo projeto e antes de lançá-lo oficialmente, preciso de um pouco de contexto.
Eu estava pensando no que poderia me render algo que despertasse a vontade total de escrever com gosto, com paixão, que rendesse várias histórias e a resposta veio na forma, não apenas de um novo título, ou oneshot, ou minisserie com cenário/tema em nosso mundo, mas na forma de um planeta totalmente novo, criado do zero, que serviria de cenário para todo tipo de história que eu pudesse vir a escrever.
Sinktra é seu nome.
A primeira ideia seria fazer vários planetas, cada um com um elemento bem definido e interagindo uns com os outros, mas quando vi que essa ideia estava grande demais e já foi usada em outras obras, peguei o conceito macro e fui diminuindo até chegar num micro cenário de um mundo apenas e focando a princípio em apenas um continente, o que me possibilitou dar os primeiros passos nessa nova empreitada.
E ela começa aqui, apresentando o Mundo de Sinktra através de um texto, confesso e já peço perdão, com o qual não estou acostumado, um texto mais técnico, apresentando alguns detalhes iniciais desse planeta.
O principal aqui é mostrar detalhes físicos gerais do mundo e de seus habitantes e, acima de tudo, as palavras diferentes, que tenho caçado num site gerador de nomes, que estarão nas vozes dos personagens.
Exemplifico: em determinada história um personagem pode falar "A quantos Korths não nos vemos...", já na narração eu posso falar “que os personagens não se encontravam a anos”.
O tom das histórias, claro, também não serão totalmente alienígenas, pois é necessário um mínimo de reconhecimento para despertar a empatia do leitor, por isso, apesar do mundo e dos termos diferentes, muitos detalhes serão próximos do que entendemos como humanidade.
Eu já tenho, ao menos, duas one shots terminadas, em breve iniciarei também um livro, cuja histórias se passam/passarão num dos continentes de Sinktra, cujos detalhes gerais também estarão no texto a seguir.
Conforme as histórias avançarem, novos detalhes serão acrescentados, podendo ser ou postado outra vez com as alterações feitas em uma cor diferente, ou com um link acompanhando as futuras histórias.
E aproveitando, inclui um pequeno conto ao final de todo o texto de apresentação.
Espero que esse novo projeto agrade.
Portanto, sem mais delongas...
Sejam todos bem vindos...
Ao mundo de...
Sinktra
Informações gerais:
O mundo de Sinktra situa-se numa galáxia junto com outros cinco planetas, orbitando uma estrela prateada.
Ele é classificado como um planeta Telúrico, ou rochoso, sendo cerca de dez vezes maior que a Terra, com vários supercontinentes, cujo menor seria comparável ao continente europeu, separados por vários oceanos imensos, sendo que, ao menos um dos continentes mais populosos se encontra debaixo do Mar Ragnour.
Cada continente possui características únicas, um totalmente tomado por gelo, outro um imenso deserto, todos formados após milhares de anos de existência, desde o Big Bang até os dias atuais.
O tempo atual é medido em ciclos anuais, chamados de Korh, equivalente de três anos terrestres, para dar uma volta completa ao redor de Tanee, o sol prateado, se passam os ciclos mensais, os Shanzorg, divididos em oito (Laksia, Risye, Tac, Gortoss, Lekne, Ralzap, Dakari e Pak), cada mês tem cerca de quarenta Genpare(dias) e cada Genpar tem trinta e seis Suras(horas). O período da manhã é chamado de Twira, a tarde de Kowig, a noite Mapro e a madrugada de Arital. As épocas do ano são divididas em duas Lakne(inverno) e Oyamel(verão)
O planeta possui, orbitando ao seu redor, três luas. Konne, com 25 quilômetros de diâmetro e a 482,579 km de distância de Sinktra, Roonla, com 12 quilômetros de diâmetro e 382,498 km de distância e Tonka, com impressionantes 32 quilômetros de diâmetro e a 682,128 km de distância.
A atmosfera é dividida em várias camadas e a final, onde se encontras os seres vivos, é carregada de centenas de gases, sendo o principal conhecido como Zacna, que satura o ambiente, se comparado com outros, deixando flora e fauna mais exuberantes e o céu com uma coloração esverdeada.
A gravidade é por volta de 49,56M/s², cerca de cinco vezes acima da Terra.
A população sapiente de Sinktra é formada por três raças distintas de origens diferentes.
Alguns estudiosos acreditam numa teoria evolutiva, com base em animais, vegetais e minerais, enquanto outros, com viés mais religioso, contam que foram os deuses que criaram tais raças num tipo de desafio, apenas para que um contasse vantagem sobre o outro.
Uma dessas raças é chamada de Valpak, descendentes de animais, são seres de postura ereta, basicamente com duas pernas, dois braços, um tronco e uma cabeça, características que podem variar de região para região, seja de forma natural ou por outros meios.
Se reúnem em imensas metrópoles, ou em agrupamentos menores como cidades de poucos milhares de habitantes, também como vilas com apenas dezenas ou menos de cidadãos.
Os Na-gen descendem de plantas, às vezes apresentam mais de um membro, seja um braço ou uma perna, ou até alguns casos de cabeças múltiplas, sempre apresentando grandes habilidades motoras, independentes da quantidade de membros, podem até mesmo assumir uma postura quadrúpede. Raramente um Na-gen aceita algum tipo de alteração externa em seu corpo.
Os agrupamentos normalmente se dão em florestas, sendo no nível do chão ou mesmo no alto das árvores.
Já os Utbruk são seres de tamanho e formas ainda mais variadas, tendo suas origens em um mineral energético, chamado de Di’hat, que, ao despertar sua consciência, cria ao seu redor um corpo com o tipo de rocha que estiver ao seu alcance, podendo assumir tanto formas parecidas com as das outras raças sencientes, quanto outras totalmente diferentes.
As maiores cidades Utbrukianas estão localizadas em imensas cavernas.
Nas grandes cidadelas, em todo e qualquer continente, é comum ver seres das três raças dividindo e, muitas vezes, disputando o mesmo território, sendo raríssimos aqueles que conseguem coexistir em paz.
A fauna e flora do mundo também variam bastante de região para região, em alguns lugares florestas majestosas ocupam grande parte de um continente, enquanto em outro são poucas e raras, já os animais vão de tamanhos minúsculos a gigantescos, alguns acompanhando as diferenças das raças dominantes, gerando variáveis com adaptações às regiões em que vivem.
O nível tecnológico do planeta já está avançado o suficiente até para que as primeiras incursões espaciais tenham início, o combustível usado para basicamente fazer toda e qualquer máquina funcionando é o Larkon.
Sendo um dos vapores mais abundante em todo o mundo, apresentando cores variadas, tendo o vermelho como a cor primária, é usado tanto em motores de veículos, como em usos mais ordinários, como gerar energia para as cidades ou como base para os comunicadores interpessoais, os Dakpox.
A maioria esmagadora da população mundial usa roupas feitas com um tecido especial misto de nanotecnologia e simbiose com centenas de milhares de seres vivos microscópicos, chamados de Konras, podendo criar tanto armaduras de combate, leve ou pesado, bem como roupas mais comuns.
A religião em Sinktra é formada por mais de um panteão, variando de região ou mesmo de povos e geralmente são tidos como os responsáveis pela Magia existente no mundo que, atualmente, apesar de integrada à sociedade, parece enfraquecer mais e mais, mesmo sendo usada na maioria das explicações de manifestações ou eventos tidos como inexplicáveis pela ciência. Ainda assim muitos habitantes continuam orando aos deuses para manter sua alma, sua Ra’ki, a salvo das forças do mal.
Houve duas guerras abertas na história de Sinktra, que quase culminaram em seu fim e várias ocultas, algumas abarcando até mesmo o período atual, com os lados opostos agindo de forma disfarçada e em segredo.
Um ponto em comum no mundo todo foi a unificação do sistema monetário em créditos Daxlai, normalmente transferidos a partir de contas pessoais por meio de aparelhos ligados a uma rede mundial de informações, o Ex’ki, que também pode ser acessado para outros tipos de transações, ou consultas, ou ainda simples comunicação e entreterimento.
As leis gerais são regulamentadas pelo conselho Tarryslain, formado por representantes de todos os continentes e raças, abarcando o mundo inteiro, mas não impedindo que cada local crie seu próprio conjunto de regras.
Muitas sãos as ameaças a Sinktra, sejam do próprio planeta, na forma de praticantes de magia maligna, ou ciência mal empregada, monstros gigantes, seres malignos de todos os tipos, unidos às ameaças vindas de outros mundos e dimensões, formando um cenário que precisa desesperadamente de heróis e seres dispostos a lutar pela vida.
E um desses lugares é...
Informações gerais:
O mundo de Sinktra situa-se numa galáxia junto com outros cinco planetas, orbitando uma estrela prateada.
Ele é classificado como um planeta Telúrico, ou rochoso, sendo cerca de dez vezes maior que a Terra, com vários supercontinentes, cujo menor seria comparável ao continente europeu, separados por vários oceanos imensos, sendo que, ao menos um dos continentes mais populosos se encontra debaixo do Mar Ragnour.
Cada continente possui características únicas, um totalmente tomado por gelo, outro um imenso deserto, todos formados após milhares de anos de existência, desde o Big Bang até os dias atuais.
O tempo atual é medido em ciclos anuais, chamados de Korh, equivalente de três anos terrestres, para dar uma volta completa ao redor de Tanee, o sol prateado, se passam os ciclos mensais, os Shanzorg, divididos em oito (Laksia, Risye, Tac, Gortoss, Lekne, Ralzap, Dakari e Pak), cada mês tem cerca de quarenta Genpare(dias) e cada Genpar tem trinta e seis Suras(horas). O período da manhã é chamado de Twira, a tarde de Kowig, a noite Mapro e a madrugada de Arital. As épocas do ano são divididas em duas Lakne(inverno) e Oyamel(verão)
O planeta possui, orbitando ao seu redor, três luas. Konne, com 25 quilômetros de diâmetro e a 482,579 km de distância de Sinktra, Roonla, com 12 quilômetros de diâmetro e 382,498 km de distância e Tonka, com impressionantes 32 quilômetros de diâmetro e a 682,128 km de distância.
A atmosfera é dividida em várias camadas e a final, onde se encontras os seres vivos, é carregada de centenas de gases, sendo o principal conhecido como Zacna, que satura o ambiente, se comparado com outros, deixando flora e fauna mais exuberantes e o céu com uma coloração esverdeada.
A gravidade é por volta de 49,56M/s², cerca de cinco vezes acima da Terra.
A população sapiente de Sinktra é formada por três raças distintas de origens diferentes.
Alguns estudiosos acreditam numa teoria evolutiva, com base em animais, vegetais e minerais, enquanto outros, com viés mais religioso, contam que foram os deuses que criaram tais raças num tipo de desafio, apenas para que um contasse vantagem sobre o outro.
Uma dessas raças é chamada de Valpak, descendentes de animais, são seres de postura ereta, basicamente com duas pernas, dois braços, um tronco e uma cabeça, características que podem variar de região para região, seja de forma natural ou por outros meios.
Se reúnem em imensas metrópoles, ou em agrupamentos menores como cidades de poucos milhares de habitantes, também como vilas com apenas dezenas ou menos de cidadãos.
Os Na-gen descendem de plantas, às vezes apresentam mais de um membro, seja um braço ou uma perna, ou até alguns casos de cabeças múltiplas, sempre apresentando grandes habilidades motoras, independentes da quantidade de membros, podem até mesmo assumir uma postura quadrúpede. Raramente um Na-gen aceita algum tipo de alteração externa em seu corpo.
Os agrupamentos normalmente se dão em florestas, sendo no nível do chão ou mesmo no alto das árvores.
Já os Utbruk são seres de tamanho e formas ainda mais variadas, tendo suas origens em um mineral energético, chamado de Di’hat, que, ao despertar sua consciência, cria ao seu redor um corpo com o tipo de rocha que estiver ao seu alcance, podendo assumir tanto formas parecidas com as das outras raças sencientes, quanto outras totalmente diferentes.
As maiores cidades Utbrukianas estão localizadas em imensas cavernas.
Nas grandes cidadelas, em todo e qualquer continente, é comum ver seres das três raças dividindo e, muitas vezes, disputando o mesmo território, sendo raríssimos aqueles que conseguem coexistir em paz.
A fauna e flora do mundo também variam bastante de região para região, em alguns lugares florestas majestosas ocupam grande parte de um continente, enquanto em outro são poucas e raras, já os animais vão de tamanhos minúsculos a gigantescos, alguns acompanhando as diferenças das raças dominantes, gerando variáveis com adaptações às regiões em que vivem.
O nível tecnológico do planeta já está avançado o suficiente até para que as primeiras incursões espaciais tenham início, o combustível usado para basicamente fazer toda e qualquer máquina funcionando é o Larkon.
Sendo um dos vapores mais abundante em todo o mundo, apresentando cores variadas, tendo o vermelho como a cor primária, é usado tanto em motores de veículos, como em usos mais ordinários, como gerar energia para as cidades ou como base para os comunicadores interpessoais, os Dakpox.
A maioria esmagadora da população mundial usa roupas feitas com um tecido especial misto de nanotecnologia e simbiose com centenas de milhares de seres vivos microscópicos, chamados de Konras, podendo criar tanto armaduras de combate, leve ou pesado, bem como roupas mais comuns.
A religião em Sinktra é formada por mais de um panteão, variando de região ou mesmo de povos e geralmente são tidos como os responsáveis pela Magia existente no mundo que, atualmente, apesar de integrada à sociedade, parece enfraquecer mais e mais, mesmo sendo usada na maioria das explicações de manifestações ou eventos tidos como inexplicáveis pela ciência. Ainda assim muitos habitantes continuam orando aos deuses para manter sua alma, sua Ra’ki, a salvo das forças do mal.
Houve duas guerras abertas na história de Sinktra, que quase culminaram em seu fim e várias ocultas, algumas abarcando até mesmo o período atual, com os lados opostos agindo de forma disfarçada e em segredo.
Um ponto em comum no mundo todo foi a unificação do sistema monetário em créditos Daxlai, normalmente transferidos a partir de contas pessoais por meio de aparelhos ligados a uma rede mundial de informações, o Ex’ki, que também pode ser acessado para outros tipos de transações, ou consultas, ou ainda simples comunicação e entreterimento.
As leis gerais são regulamentadas pelo conselho Tarryslain, formado por representantes de todos os continentes e raças, abarcando o mundo inteiro, mas não impedindo que cada local crie seu próprio conjunto de regras.
Muitas sãos as ameaças a Sinktra, sejam do próprio planeta, na forma de praticantes de magia maligna, ou ciência mal empregada, monstros gigantes, seres malignos de todos os tipos, unidos às ameaças vindas de outros mundos e dimensões, formando um cenário que precisa desesperadamente de heróis e seres dispostos a lutar pela vida.
E um desses lugares é...
O continente de Ahsurdira.
O primeiro local onde irei iniciar as aventuras nesse mundo novo é o continente gelado de Ahsurdira e em seguida vou descrever alguns pontos gerais, que serão devidamente apresentados e desenvolvidos em futuros textos.
Segue abaixo.
Características: O continente gelado tem cerca de 286.789.890 Km², a capital, o reino de Vakichen, fica ao norte, na região litorânea do mar Bekkanezerg.
Possui temperaturas sempre negativas, praticamente todo o relevo é coberto por uma camada de neve acinzentada, lagos congelados e poucas áreas onde se encontram as Adrazilas, árvores de troncos retorcidos se erguem a vários quilômetros de altura e, mesmo sem folhas as sombras de seus troncos e da quantidade imensa de galhos, em certas áreas, impedem os raios do sol de chegaram à terra. A Floresta Lashimy é a mais conhecida das áreas florestais desse continente.
O tipo de minério mais comum encontrado em Ahsurdira é o Hatcon, um tipo de rocha negra que possui a capacidade de absorver o calor do sol prateado e convertê-lo em energia, sendo usado para a maioria esmagadora das construções dos valpaks, servindo também de base para os corpos de quase todos os utbruk ahsurdirai.
Suas mãos possuem três dedos e os pés apenas 2, a pele tem tons de cinza claro e escuro, os órgãos sexuais ficam ocultos em pontos ao longo dos lados do tronco, se revelando apenas no momento em que o ato ocorre.
A pele é quente ao toque, devido ao calor gerado pelos órgãos internos, uma peculiaridade desenvolvida por conta do frio extremo do continente, o sangue é, normalmente, de uma cor arroxeada e escura, que raramente escorre, uma vez que qualquer corte feito na pele de um Ahsurdirai, acaba expelindo primeiro muito vapor, fazendo com que ferimentos de corte acabem se curando em poucos instantes.
Quando nascem apenas suas costas apresentam uma característica mancha cinza escura, mas conforme os anos avançam essa mancha vai crescendo até que, quando os Ahsurdirai alcançam idade avançada, ela cobre toda sua pele.
O asseamento corporal, chamado de Itlwii, é feito dentro do Dnyarla, um cilindro que normalmente vai do chão até o teto de um dos cômodos de uma típica residência Ahsurdirai, se enche de um vapor especial para retirar a sujeira do corpo, normalmene sento ajudado por um tipo de tecido, chamado de Rys.
São poucos os grupamentos de Na-gen e Utbruk, sendo a maior comunidade do povo planta a própria Floresta Lashimy, e a dos seres rochosos a Caverna Reendukla.
Rostos de Ahsurdirai Utbruk masculino e Na-gen feminina.
As Vorg’korag são supertempestades, ameaçando os incautos, que se aventuram a estar fora de um abrigo, com chuva, nevascas com bolas imensas de gelo e muita energia estática, raios e trovões ensurdecedores.
Ajad é uma das brincadeiras de criança mais difundida nesse continente, um versão do esconde esconde terráqueo.
Fauna e Flora: Um dos animais mais comuns em Ahsurdira são os Quan’ra, imensas criaturas quadrúpedes e musculosas, de pele acinzentada e com manchas azuladas, que emitiam um leve brilho, indicando seu estado de espírito.
As Japaktac são árvores que em geral nascem em áreas pequenas, normalmente ao redor dos pequenos e raros lagos que nunca congelam, formando áreas de descanso muito procuradas por viajantes.
Religião: Em Ahsurdira existe um panteão com vários deuses e semideuses, tendo como principais as irmãs Lakjadanga. Elas são Wathval e K'ehlari deusas do frio e da neve respectivamente, líderes e mães do panteão Ahsurdirai. Outros que podem ser citados são Gahka, deusa da Saúde ou Pro’kor, deus do calor.
Igrejas das irmãs estão espalhadas por todo o continente, na forma de palácios portentosos, como a sede localizada na capital, até pequenos casebres nos pontos mais afastados.
A Religião Lakja é também responsável pela ordenação e orientação das Twinpaks da Irmandade Tarhatja, guerreiras capazes de usar dons alimentados pela energia do mundo espirital de Sinktra, o Jevanorwig e enfrentar e colocar para descanso eterno as criaturas chamadas de Zapris ou os demônios conhecidos como An-bald.
Seres espirituais, os Zapris podem tanto ajudar os vivos, como atormentá-los, levando-os muitas vezes à morte, para se alimentar da energia espiritual dos vivos e continuar no mundo real.
Já os An-bald caminham pela terra enganando e corrompendo os povos, buscando arregimentar energia das almas, as ra’ki, sob o pretexto de ficar mais e mais poderosos, para uma possível futura guerra, cujos detalhes ainda estão sob sigilo.
Muitos religiosos visam realmente o bem do povo, mas tem crescido a ambição nos corações de alguns clérigos, achando que já está na hora de uma mudança na liderança do continente, saindo de uma techomonarquia, para uma teocracia com bases totalmente fincadas mais na religião do que em qualquer outro aspecto.
Alguns dizem que, tanto as grandes deusas, como muitos dos seus filhos divinos, devido ao desgosto com alguns daqueles que deveriam ser seus servos e representantes, agora vivem entre os mortais, tentando recuperar a fé nos Ahsurdirais.
São também, em sua maioria esmagadora, os religiosos a cuidar das Torres de Gahka, a deusa da saúde, onde os Lewye, os médicos do continente, tratavam seus pacientes, usando um misto de tecnologia e magia divina.
Uma grande ameaça a todos os seres sencientes de Ahsurdira são os Newrath, criaturas vis e ardilosas, cuja existência é baseada em espalhar dor e desgraça, vindas da dimensão demoníaca de Promakzod.
Fundação e governo: Ahsurdira é um dos mais jovens continentes a integrar a ordem mundial de Tarryslain, tendo finalmente uma cadeira no conselho com o Assessor Lagor’laidrax, tendo assumido seu cargo a pouco mais de cinco Korhs(anos).
O continente gelado só revelou já ter nativos quando uma embarcação de Tarryslain, trazendo representantes de todos os outros continentes, alcançou as praias da capital, sendo recebidos pelo regente da época, Lorde Tacroonkai III que, sendo extremamente expansionista, decidiu aceitar os visitantes de braços abertos, enfrentando assim, o desgosto com tal decisão, vinda de todos os demais regentes da época, mas ao se mostrar um líder confiante e decidido, foi arregimentando aliados e no fim a entrada de Ahsurdira na ordem mundial se firmou após cerca de cinco Kohrs da chegada dos estrangeiros.
O próprio Tacroonkai era neto e homônimo do Ahsurdirai que conseguiu encerrar as guerras e disputas internas do país, ao criar a Ordem de Aktron, responsável pela criação dos agentes da lei chamados de K'ehtrakes, que ajudaram a trazer a ordem e justiça ao povo durante várias eras.
Guerreiro honrados, cada K'ehtrak possui habilidades únicas, mas que raramente usam, pois o preço pago, normalmente, é alto e por isso treinam intensamente para jamais depender desses poderes.
Estrangeiros são chamados de borg-zon.
Na capital um dos maiores centro de estudo se dedica a formar Oya’gadaks, os exploradores dos segredos passados, misto de aventureiros e arqueólogos.
Cidades de destaque: Além de Vakichen, a capital, outras localidades se destacam no continente.
Talkovalak: A maior de todas as cidades, maior até do que a capital, fica localizada a leste, entre os mares Ragnour e Takangexut. Sendo considerada como uma Megalópole encara vários tipos de crimes, tendo sido formada sua força policial, a Guthjoan, cujos principais agentes são chamados de tasllays.
Os moradores ricos da cidade são conhecidos como Arys, enquanto os mais pobres se chamam de Grabri.
Nezondak: Localizada dentro da Floresta Lashimy, a cidade dos Na-gen foi vista por pouquíssimos seres de outras raças, a maioria sendo barradas por postos avançados de guardiões, os Maahne, espalhados ao redor da orla da floresta, que usam como arma a twiey, uma lança que cresce do escudo do ante braço dos Maahne.
Rimenedrax: Nos dias atuais não passa de uma imensa área de ruínas, de uma das belas cidades de outrora, destruída num imenso combate entre K'ehtrakes e uma força de invasão de outra dimensão.
Melgashi: não se trata de uma cidade, vila, ou algo parecido, mas sim o nome dado a vários grupos de viajantes nômades, sem um lugar fixo, podendo surgir a qualquer momento, próximos de algum vilarejo, para tentar ganhar alguns créditos aceitando todo tipo de trabalho, ou apresentando entretenimento de vários tipos.
Ilha Kaiduk: a menor das massas de terra que pertencem à cidade de Talkovalak, uma comunidade de pescadores, com várias vilas espalhadas por sua extensão, uma dela é Richniel, onde fica localizado o Orfanato Pakma, cujas portas estão abertas para todos os orfãos de Ahsurdira, sendo nativos desse continente ou de outros. Os coordenadores são Roar’ilthar, nascido no continente de Jektro’kouora e Gennew uma ahsurdirai que foi resgatada de uma vida de degradação e hoje ambos seguem tentando compensar os erros do passados, sejam os cometidos por eles, ou contra eles.
B’eutniex: Outrora uma pequena vila pesqueira, localizada próxima da capital, nos dias atuais é uma cidade fantasma, onde restam apenas ruínas, algumas vezes visitada por estudiosos, ou por aqueles que procuram algum tipo de aventura.
Situação atual de Ahsurdira: O atual regente, que assumiu o trono a pouco tempo, chama-se Duk'lenndash I e segue sendo conhecido como o responsável pela dissolução dos K'ehtrakes e apto a fazer péssimos negócios com os demais países e continentes, tendo planos nefastos para não apenas a capital, como também para todo Ahsurdira.
As fronteiras do imenso continente sempre demandam e cobram muito das forças de defesa, pois as invasões são constantes por parte de povos de outros continentes, ávidos por explorar e despojar tudo o que conseguirem encontrar de valor no recém descoberto local.
Ahsurdira mesmo já estando páreo para os demais continentes no que tange à tecnologia, ainda possui a magia em abundância e com força avassaladora, de fato uma força a ser respeitada.
Uma outra ameaça são aqueles afetados pela maldição conhecida como Thon’hatri, capaz de fazer os valpaks de Ahsurdira se transformarem em feras descontroladas, incapazes de reverter para suas formas originais.
Boatos dão conta de que um deus ancestral e maligno está tentando invadir Sinktra, primeiro pelo continente gelado, investigadores descobriram que, provavelmente é por que o local onde ele se encontra preso é também frio.
O nome Fot’Larghaal surgiu em alguns relatórios, mas tudo ainda está muito nebuloso.
As ameaças não param de crescer para Ahsurdira, por isso cresce também o número de heróis que surgem para proteger os inocentes.
Se eles alcançarão sucesso ou fracasso... Só o futuro dirá.
Mapa de Ahsurdira.
O continente de Jektro’kouora.
Um novo continente é citado na terceira one shot de Sinktra, então ele ganha um espaço aqui no post geral de informações sobre esse novo mundo.
Por ser apenas citado na história, não apresentarei detalhes em demasia, pois serão devidamente desenvolvidos no futuro.
Segue abaixo.
Características: O continente tem cerca de 587.401.793 Km², a capital, uma mega cidadela se chama Keraskpa-sur, faz fronteira com o grande deserto de Vuxgrab’ton, mas ainda assim é cercado por áreas fartas de floresta, com várias árvores frutíferas, cuidadas por diversas famílias de agricultores, mantendo a cidade e, principalmente, a família regente abastecidos de alimento.
Povo Nativo: Os valpak desse continente se chamam Jektro. A cor da pele varia entre tons de azul, geralmente mais claros na infância, ficando escurecendo conforme envelhecem, os cabelos são de várias cores, naturais ou não, sendo mais ralos na infância, crescendo até se tornar uma espécie de juba. O órgão principal de seus corpos, responsável por matê-los vivos, é o vathi.
Fundação e governo: Em Jektro’kouora a escravidão, chamada de Gawon é uma prática antiga e extremamente difundida em todo o continente, sendo realizado de várias maneiras, desde por contrato para saldar dívidas, como por métodos violentos, praticados por nativos ou por valpaks vindos de fora.
Os mestres escravocratas, chamados de Kaizuc, costumam usar caçadores, ou Kzerfot, para invadir vilas e capturar jektros, escolhendo aqueles que devem ser trazidos ou escolhendo-os de forma aleatória.
Dessa forma os nativos se tornam Be’suis, como são chamados os escravos, que trazem preso ao pulso um aparelho, o Ramak, que possui multiplas funções, indo desde um simples localizador, como também um sistema de castigo ou até de sentença de morte.
Quando um caçador se torna um mestre em sua arte, começa a ser chamado de Tackohr, e muitas vezes pode comprar um be’sui para treiná-lo e o transformar num escravo guerreiro, chamado de Rheengal.
Mapa de Jektro’kouora
E, para dar um gostinho do que vem por aí, eis a primeira história escrita para esse cenário...
Com vocês...
LENDAS DE SINKTRA
CRÔNICA#00
Comboio Mortal.
O Lakne não era a melhor época para viajar por Ahsudira, a neve cinzenta caía constante e silenciosamente, exigindo ao máximo dos limpadores dos veículos de transporte, os discos antigrav costumavam derrapar por não ter um solo firme sob eles, era imenso o perigo de encontrar com alguns dos imensos animais carnívoros nas regiões selvagens, mas ainda assim, devido aos altos impostos cobrados na capital, Drukai havia conseguido reunir outros mercadores para montarem um comboio de vendas.
Ele convencera seus amigos de que, ao arriscar viajarem em uma época tão atípica, poderiam conseguir altos preços em suas mercadorias.
Faltava ainda um último elemento para convencer o demais e esse se revelou quando um jovem K'ehtrak, um dos guerreiros da Ordem de Aktron, surgiu em meio a uma reunião com um vendedor de especiarias, se oferecendo como vigia e guardião do comboio.
Dessa forma no dia combinado, Drukai partiu de Vakichen liderando um total de oito veículos de tamanhos variados. com a promessa de uma sossegada e lucrativa viagem.
Ele nem imaginava pelo inferno que iriam passar.
Drukai seguia na frente do comboio, ao seu lado o jovem K’ehtrak, que não aparentava nem ter chegado aos dezoito anos, permanecia sentado, de cabeça baixa, coberta quase que totalmente por seu capacete, apenas com o visor desativado, braços cruzados sobre o peito, os quatro olhos fechados.
- Então... Hã... - falador como era e com seus empregados tendo preferido ficar na parte quente da traseira de seu veículo, o mercador tentava, novamente, puxar assunto com o guerreiro. - Pelo visto teremos uma tempestade à frente... Eu tenho um siktor quebrado que sempre fica dolorido quando essas coisas acontecem... - ele fez parte os nanites de sua roupa recuarem brevemente, para mostrar a cicatriz que trazia no flanco esquerdo, deixando claro onde o osso do corpo havia se quebrado. - A vários Korhs eu senti uma pontada terrível no siktorzinho... Vô te contar... Nunca antes a capital teve uma tempestade como aquela... Acho que você nem tinha nascido...
A única resposta foi o silêncio, que só foi quebrado muito tempo depois, quando foi possível ver que nuvens carregadas realmente estavam se aproximando.
- Ô frlakta! Uma torgor chegando rápido... - Drukai evitava praguejar, uma vez que palavras de baixo calão, quase sempre, espantavam a freguesia, mas com a tempestade de neve espessa se aproximando, seria necessário montar acampamento muito antes do que ele pretendia, o que ia acabar causando um atraso no cronograma. - Vou avisar os outros para parar os veículos e...
- Não.
A interjeição súbita do calado passageiro sobressaltou o mercador.
- Nossa garoto! Que susto! - já recuperado ele levava a mão para o surrado dakpox que usava para se comunicar com seus companheiros. - Você pode ser um K’ehtrak e tals, mas de viagens o especialista sou eu e te digo que, em situações assim, precisamos parar e...
- Se pararem, se sequer diminuirem a velocidade... Todos vão morrer. - ele abriu a janela e quando já estava com metade do corpo para fora terminou de falar. - Siga em frente, se possível vá ainda mais rápido.
No instante seguinte ele já havia saído.
- Garoto doszia... - achando seu passageiro louco ou não, drukai, não iria arriscar e então se comunicou com o comboio. - Amigos, a viagem vai ficar agitada, temos uma torgor se aproximando e nosso K’ehtrak, exigiu que continuemos... Por isso, aumentem a blindagem e acelerem... Que as irmãs Lakjadanga estejam com todos nós...
Obedecendo o líder, todos os veículos se ajustaram, aumentando as defesas físicas, mecânicas e também a velocidade, evitando assim ficarem para trás e, provavelmente, se perderem.
A velocidade do veículo de Drukai ia aumentando, o que fez surgir um sorriso no rosto do jovem K’ehtrak, percebendo que suas palavras foram de fato ouvidas, por isso ele se concentrou e então os konras de seu uniforme fizeram surgir a lente negra do capacete, escondendo assim sua face por inteiro e na mão direita foi surgindo uma arma, cuja forma se assemelhava a uma pequena clava de metal toda esculpida.
Ele permaneceu parado, a arma em riste, das solas de seus pés minúsculos konras assumiam uma forma magnética, fixando-o assim ao teto do veículo, mas sem limitar seus movimentos.
Drukai seguia tenso ao volante, olhando para frente, para os lados, conferindo se os demais veículos não estavam ficando para trás e estava prestes a desativar a blindagem e mandar o garoto entrar quando ele viu a primeira sombra surgindo por dentro das nuvens de tempestade.
Se fosse possível, seus quatro olhos teriam saltado para fora da cabeça, ao finalmente identificar o que estava avançando na direção do comboio, a uma velocidade absurda.
- Um frlakta de um Neah!
Uma criatura alada, cuja envergadura das asas alcançava mais de três metros, de ponta a ponta, a cabeça alongada exibia fileiras de dentes pontiagudos, as garras das patas traseiras estavam totalmente estendidas.
- Garoto! - pelo dakpox o mercador falava desesperado com o K’ehtrak. - Você está vendo isso? O que vamos fazer e...
Sem se dar ao trabalho de responder, o jovem se concentrou e em segundos, pouco antes do ataque iminente, uma lâmina curva de energia surgiu diante da clava, revelando a forma real da Je’drex, a típica arma de corte dos K’ehtraks.
O monstro avançou e o rapaz não se moveu.
Quando o mercador começou a mover lentamente seu volante para o lado, pretendendo sair do caminho do neah, a voz do jovem guerreiro soou alta e vigorosa na cabine do veículo, pelo dakpox.
- Mantenha o curso!
Drukai se assustou, mas obedeceu, cerrando os olhos conforme o monstro se aproximava.
E somente no momento em que, com sua bocarra completamente aberta, o Neah alcançou o primeiro veículo do comboio, o K’ehtrak agiu.
Ele dobrou uma das pernas, enquanto alongava a outra, mantendo o corpo baixo, fazendo um perfeito movimento de semi círculo para cima, um ataque perfeito que resultou na imediata decaptação do monstro, cujo corpo caiu por um dos lados do veículo, enquanto a cabeça quicou para o outro.
O motorista do veículo que vinha logo atrás do de Drukai, voltou a respirar, depois de alguns instantes tensos em que ele vira o espetacular golpe do rapaz, mas logo percebeu que a situação de perigo não havia acabado.
- Então é você... - diante do jovem guerreiro pousava uma figura esguia, aparentando ser uma fêmea de sua espécie, que segurava nas mãos duas adagas. - Meus contatos estavam certos ao falar da criminosa que controlava animais... Conheci uma criança sobrevivente do ataque de um Ilzerg, que falava da valpak que o acompanhava e, aparentemente, o controlava... Ninguém, além de mim, acreditou... - a criatura citada pelo guerreiro era um animal bípede pacífico, que evitava se aproximar de qualquer sinal de civilização, deixando claro que algo, ou alguém estava por trás do ataque. - A família toda dela foi morta nesse mesmo trecho e teve todos os seus pertences levados... Imaginei que um comboio como esse acabaria por atrair o seu interesse...
A criminosa se mantinha em silêncio e numa postura pronta para o combate, não demonstrando nenhum problema no fato de ter sido tão descuidada, a ponto de ter chamado a atenção das autoridades.
Os dois combatentes permaneceram alguns instantes parados, se estudando, haviam percebido na hora que não podiam se descuidar, que estavam diante de um oponente que não deveria ser subestimado.
Ela percebeu que estavam prestes a ser atingidos pela tempestade que se aproximava, o que reduziria a visibilidade a, praticamente zero, por isso aguardou, sem baixar a guarda, aproveitando que, provavelmente o inimigo não havia percebido a vantagem com a qual ela já contava.
O motorista que vinha atrás do veículo de Drukai tentava chamar a atenção do jovem K’ehtrak, mas ele parecia alheio ao redor, mantendo sua postura, uma das mãos estendida diante do corpo, os três dedos abertos e separados, a outra segurando firme o cabo da Je’drex, uma das pernas levemente flexionada para frente, com a outra preparando o apoio para quando fosse avançar.
Assim que a tempestade atingiu o comboio a ladra viu sua chance, quando seu oponente foi sendo engolfado pela barreira de neve e, dessa forma, saltou com as adagas estendidas, visando atingir o peito de seu oponente, para encerrar o combate com, no máximo, um só golpe.
Depois seria simples controlar alguns animais próximos para render os mercadores, assim ela pensava e esperava.
Não podia estar mais errada.
- Thradzark! - Drukai gritou pelo dakpox para os demais veículos do comboio, as ordens para que cada um disparasse um cabo de energia no veículo à sua frente, para que eles não se perdessem e que fosse iniciado uma parada de emergência, começando com o último veículo, até que todos finalmente parassem em segurança. - Muito bem! Agora precisamos aguardar a torgor passar... Alguém está vendo o K’ehtrak? Ou a valpak que ele estava enfrentando? Algum sinal dos dois?
Todos permaneceram em silêncio, decidindo dar algum alerta somente se realmente vissem algo e assim o tempo passou, não demorando muito para que o torgor se dissipasse.
- Bem... Não temos muita escolha... - muito tempo depois, mesmo contra a vontade, Drukai tinha que pensar nos demais mercadores que haviam aceitado participar do comboio. - Vamos logo para a próxima cidade... Chegando lá procurarei uma sede da Ordem de Aktron e explicarei o ocorr...
- Se me permitir... - de repente o jovem guerreiro surgiu pela lateral de um dos veículos, sobre um dos ombros trazia sua oponente, desmaiada e com os movimentos contidos por um tipo de algemas. - Vou te poupar o trabalho...
Os mercadores se aproximaram, congratulando o guerreiro, deixando claro como eles haviam ficado preocupados e, depois de um tempo de felicitações, foi novamente Drukai quem os chamou à realidade.
- Certo amigos! Vamos seguir viagem que, com sorte e sem outroas interrupções, chegaremos em nossa primeira parada antes da mapro cair...
Todos então foram para seus veículos, sua felicidade pela sobrevivência do jovem K’ehtrak era genuína e foi muito apreciada, o que faria com que ele seguisse o resto da viagem de forma muito mais tranquila e receptiva às conversas do chefe do comboio.
Após colocar a criminosa num local próximo de onde eles se sentavam e de onde ela poderia ser devidamente vigiada, voltaram à viagem.
- Essa foi uma surpresa e tanto... Confesso que nunca achei que fossem verdades as histórias sobre vocês K’ehtraks... Como é seu nome mesmo?
Só então jovem desfez seu capacete por completo, um sorriso de satisfação no rosto.
- Kamel’dak.
Apenas o início.








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